quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Todos somos responsáveis por promover uma verdadeira ‘cultura vocacional’


A proposta de uma reflexão sobre o auxílio para suscitar no jovem sua vocação, Dom Eduardo Pinheiro que é o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, escreveu em sua carta mensal direcionada a todos os párocos do Brasil para incentivá-los na evangelização dos jovens, à luz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013. 

Agosto o mês das vocações, cabe a reflexão sobre o que as comunidades estão fazendo, à luz da JMJ, promovendo ajuda aos jovens no discernimento vocacional. E enfocou também a necessidade das comunidades suscitarem novas vocações, levando a se auto-analisarem. 
“Uma Comunidade que não suscita vocações para a continuidade de sua missão é estéril. Somos ou não somos fecundos em nossas palavras, atividades e testemunhos?”. 


Caros irmãos Párocos e Administradores Paroquiais,
Vigários Paroquiais e demais Presbíteros.

Não temos dúvidas de que a JMJ, além do benefício para o impulso da evangelização da juventude, traz, para o jovem, um profundo questionamento a respeito do sentido da vida. Cada uma de nossas Paróquias e Comunidades é chamada a aproveitar deste momento ímpar de nossa história, garantindo condições favoráveis às novas gerações para que elas possam responder com alegria ao chamado de Deus: “Desejo que as Igrejas locais, nas suas várias componentes, se tornem ‘lugar’ de vigilante discernimento e de verificação vocacional profunda, oferecendo aos jovens e às jovens um acompanhamento espiritual sábio e vigoroso. Deste modo, a própria comunidade cristã torna-se manifestação do amor de Deus, que guarda em si mesma cada vocação” (Bento XVI, 49º. Dia Mundial de Oração pelas Vocações).

Estamos entrando no mês vocacional – Agosto. O que nossas Comunidades estão preparando, à luz da JMJ, para que cada adolescente e jovem receba a ajuda adequada para o seu discernimento vocacional? Nenhum deles deveria passar pelas nossas catequeses, encontros, grupos, organizações sem receber este auxílio que faz a diferença na sua realização pessoal, no dinamismo eclesial, na realidade social.

Todos são responsáveis por promover uma verdadeira ‘cultura vocacional’ em nossos ambientes. O apelo vocacional da JMJ nos questiona:

- nossa Catequese tem atraído as novas gerações para a reflexão vocacional?
- nossos jovens são apaixonados discípulos missionários de Jesus Cristo?
- como promovemos a vocação matrimonial na cultura juvenil atual?
- quantas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias estão surgindo na paróquia?
- os jovens conhecem a vocação do/a leigo/a consagrado/a e da vida monástica?

Não nos esqueçamos: uma Comunidade que não suscita vocações para a continuidade de sua missão é estéril. Somos ou não somos fecundos em nossas palavras, atividades e testemunhos? Entre tantas propostas, desafiemos nossas Comunidades em suscitar, anualmente, ao menos uma vocação para a vida sacerdotal ou religiosa.

A JMJ nos presenteia com este clima favorável para se trabalhar a questão vocacional. Não percamos tempo nem privemos nossos jovens deste seu ‘direito existencial’! Os jovens estão motivados a uma entrega mais radical a favor de Jesus Cristo e do seu Evangelho. O que lhes oferecemos? Abramos nossos olhos! Ousemos propostas cativantes! Não tenhamos receio de fazer nossas, as vibrantes palavras de nosso Papa Bento XVI: “Queridos jovens, não tenham medo do chamado de Cristo para a vida religiosa, monástica, missionária ou ao sacerdócio. Estejam certos que Ele enche de alegria aquele que, dedicando a vida nesta perspectiva, responde ao seu envio deixando tudo para permanecer com Ele e dedicar-se de coração inteiramente a serviço dos outros. Do mesmo modo, grande é alegria que Ele reserva ao homem e à mulher que se doa totalmente um ou outro em matrimônio para constituir uma família e tornar-se sinal do amor de Cristo por sua Igreja” (27º. Dia Mundial da Juventude).

Maria, modelo de busca e resposta vocacional, inspire nossos corações a favor dos jovens que anseiam por uma vida com sentido. Confiemos a ela nossa própria vocação para que os jovens se sintam motivados com o nosso testemunho de alegres discípulos missionários de Jesus Cristo. Confiemos a ela, principalmente, as vocações que Deus está suscitando em nosso meio por ocasião da Jornada Mundial da Juventude - Rio 2013.
                                                                                                   
Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CEPJ)
 



FONTE:www.jovensconectados.org.br/

Lançado subsídio para mês vocacional 2012


A Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada preparou um subsídio com sugestões para as celebrações no período do mês de agosto que é tradicionalmente dedicado na Igreja para a promoção e oração pelas vocações. 

O subsídio contém sugestões para as celebrações, com o apoio do Instituto de Pastoral Vocacional e da Rogate - revista de animação vocacional. Com quatro celebrações, dedicadas a uma reflexão eclesiológica da vocação. 

O mês vocacional terá como tema: “Chamados à vida plena em Cristo”, e o lema “Eis que faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5). 

Segue o incentivo proposto: 

- Primeiro domingo: a vocação dos Ministros Ordenados (bispos, padres e diáconos)
- Segundo domingo: a vocação da Vida em Família (em sintonia com a Semana Nacional da Família)
- Terceiro domingo: a vocação da Vida Consagrada (religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados)
- Quarto domingo: a vocação dos ministros não ordenados (todos os cristãos leigos e leigas).
O material – arte do cartaz e o roteiro das celebrações – foi enviado para as dioceses de todo o país e pode ser baixado no site da CNBB. 

Faça o download:




fonte : CNBB 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

PREPARE-SE, AGOSTO MÊS DA ROMARIA SALESIANA A APARECIDA


Salesiano concorre ao Prêmio Cidadão Sustentável


Padre Rosalvino concorre ao Prêmio Cidadão Sustentável 

O Prêmio Cidadão Sustentável é uma iniciativa do site Catraca Livre em parceria com a Rede Nossa São Paulo com a proposta reconhecer e valorizar as pessoas que ajudam a transformar São Paulo em uma cidade mais justa, democrática, saudável e solidária. 

Sobre Padre Rosalvino
Rosalvino nasceu na Espanha, mas veio para o Brasil ainda criança. 
Consagrou-se padre na congregação salesiana, criada por São João Bosco no século XIX, na Itália.

Em 1981, veio trabalhar na paróquia N. Sra. Aparecida em Itaquera e fundou a Obra Social Dom Bosco, que presta serviços em atividades educativas, esportivas, culturais e de assistência social.
Atualmente a Obra Social Dom Bosco atende diariamente 5 mil pessoas por meio de 6 serviços, 6 programas e 3 projetos, em 16 endereços nos bairros de Itaquera e Guaianazes, com ações que abrangem educação infantil, profissionalização, acolhimento institucional, convívio de idosos, entre outras.
 



quinta-feira, 12 de julho de 2012

Oremos pela Semana Missionária Vocacional


Que Nossa Senhora Auxiliadora olhe pela Semana 

Missionária Vocacional, que acontecerá na cidade de

Jacupiranga, neste mês de julho

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um verdadeiro testemunho vocacional deixado no grande legado à Igreja Católica pelo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales


Homenagem a Dom Eugênio, que na certeza de sua páscoa e na esperança de que compartilhava da convicção que nos foi deixada pelo apóstolo de que a “a coroa da justiça” está reservada para ele pelo Senhor, o justo juiz, que dará essa coroa, “não somente a ele, “mas a todos os que tiverem esperado com amor a sua manifestação”( 2 Tm 4,8).

Recentemente, por ocasião da Páscoa deste 2012, ele mesmo determinou que seria publicado um último artigo no qual ele escreveu: “Ao passo que a alegria, presságio do transcendente, faz-nos sentir algo superior às experiências comuns, ela, todavia, acorda em nós o mais próprio, o mais íntimo de nós mesmos. Será que não está inscrita na experiência pura e honesta da alegria uma tênue e todavia forte certeza de que a mais profunda realidade de nosso ser é imagem do eterno? Este estado de alma é como uma atmosfera jubilosa de nossa mente, que se reflete em nossos sentimentos e que se irradia em nossos relacionamentos humanos”.
Dom Eugenio nasceu em Acari, no Rio Grande do Norte no dia 08 de novembro de 1920, ingressou no seminário em 1936. Após o Curso de Humanidades, foi enviado ao Seminário Maior da Prainha em Fortaleza. Lá permaneceu de 1937 a 1943. foi ordenado diacono em março de 1943, e ordenado sacerdote em novembro do mesmo ano. Aos 33 anos, em agosto de 1954, foi nomeado bispo titular de Tibica e auxiliar de Natal pelo papa Pio XII.
Entre os anos de 1962 e 1964 exerceu a função de administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, quando é então nomeado administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador. Após quatro foi nomeado pelo papa Paulo VI Arcebispo de Salvador e no ano  de 1971 foi nomeado arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro pelo papa Paulo VI, cargo que ocupou até julho de 2001.
Criou as pastorais: Penal, da Saúde, do Trabalhador, das Domésticas, do Anônimo, do Menor e das Favelas, um dos seus marcos foi a preocupação com a questão social, com um destaque para a Pastoral das Favelas surgiu em 1976, e ganhou maior visibilidade em 1978, com o caso Vidigal. Caso em que o secretário de Obras do município alegou que o morro tinha risco de desabar, e por isso, os moradores deveriam ser removidos e transferidos, com o apoio da Pastoral das Favelas e de advogados, se mobilizaram e conseguiram impedir a remoção do local mudando a política fundiária.
Também inspirado pelo seu lema episcopal, “Impendam et Superimpendar” (alusão a 2Cor 12, 15: “Quanto a mim, de muito boa vontade gastarei o que for preciso e me gastarei inteiramente por vós”), Dom Eugênio foi Padre Conciliar do Vaticano II, criador da Campanha da Fraternidade e também apoiou o Movimento de Educação de Base e as Comunidades Eclesiais de Base. 
A trajetória de Dom Eugênio, frutificou a vida da Igreja e do povo, tornando-se referência da Igreja nos momentos mais significativos da vida social e política no Brasil'', conforme nota   da CNBB 
  
Em telegrama Papa Bento XVI expressou seus sentimentos:
No telegrama enviado ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o Pontífice ressaltou que Dom Eugênio revelou-se "autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo”. afirmou o o Papa
“Recebi a triste notícia do falecimento do venerado Cardeal Eugênio de Araújo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à Igreja no Brasil”, disse o Papa no telegrama.
Bento XVI disse ainda dar graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus 70 anos de sacerdócio e 58 de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: “Impendam et superimpendar” (gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós). 
Baseado em diversos textos e na nota emitida pela CNBB e no telegrama enviado pelo Papa Bento XVI
SMM

terça-feira, 10 de julho de 2012

Carta aos Padres do Brasil



A carta mensal, direcionada aos Presbíteros, no mês de julho  Dom Eduardo Pinheiro enfatiza que  a 1 ano da realização da JMJ Rio 2013,  este mês deve marcar o arranque final rumo a Jornada e que entre tantas coisas que acontecerão, destacam-se a “Jornada e Ação Social” (cf. www.rio2013.org.br), o “Bote Fé na Vida” (cf. www.jovensconectados.org.br), o lançamento dos dois subsídios “A Caminho da JMJ” e do DVD gravado com os artistas católicos em Natal, o Seminário sobre “Bioética e Juventude”.

Portanto a Igreja deve se movimentar e beneficiar deste tempo de Graça e apontando na juventude e na vitalidade da Igreja que é chamada a ser criativa, ousada, bela, profética, agradável... e estes traços são próprios da juventude. A JMJ vem para fortalecer nossa caminhada de evangelização, também nos chama a atenção para o ROSTO JOVEM  que a IGREJA deve ter e a realidade que deparamos quando olhamos os rostos, pois revela por exemplo: dor ou alegria, etc.

Por fim há um questionamento sobre o rosto que cada paróquia tem e um convite para que as paróquias movimentem os jovens a fim de mostrar o rosto jovem da paróquia, com uma atividade especial indicada por ele nesta carta do mês de julho.

Afinal: “sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada!” Afirma Dom duardo Pinheiro.